
Superwoman – BBW em pausa MP4
Era uma vez, ela era uma lenda da cidade — uma super-heroína que sempre aparecia exatamente quando precisavam dela. Ela pegava criminosos, impedia assaltos e resgatava pessoas em perigo. Graças a ela, a cidade ficou tranquila e segura. Quase quieta demais — o crime tinha praticamente desaparecido. Agora ela passa os dias em casa, deitada sem fazer nada, com um controle remoto numa mão e uma pilha enorme de comida na mesa à sua frente. Ela zapeia preguiçosamente pelos canais de TV, pegando outro petisco de vez em quando — salgadinhos, biscoitos, um sanduíche — e mastigando lentamente enquanto encara a tela. O tempo passa devagar. Ela come mais um pouco. A cidade permanece tranquila. Enquanto isso, o alerta de emergência continua piscando no notebook dela. Ninguém a está chamando para salvar o mundo. Ela está entediada. Com um suspiro pesado, ela dá outra mordida e se recosta na cadeira. Dia após dia, é sempre a mesma coisa: televisão, sofá, geladeira… e mais comida. De repente — BAM! Uma notificação aparece no notebook dela. Um pedido de ajuda. Ela instantaneamente desperta, com os olhos brilhando. Finalmente! Ela pula de pé e corre para o guarda-roupa, onde seu uniforme de super-heroína está pendurado. Mas, quando tenta vesti-lo, descobre que seu estilo de vida preguiçoso deixou o uniforme pequeno demais. Ela puxa o tecido, lutando com todas as suas forças para se enfiar nele. O uniforme resiste, mas ela se recusa a desistir. Depois de vários minutos brigando com ele, ela finalmente consegue vesti-lo — embora o tecido esteja esticado até o limite absoluto. Agora é hora das botas. Ela se abaixa para calçá-las, mas sua barriga visivelmente mais redonda atrapalha. Ela arfa, resmunga e se contorce, e depois de um bom esforço, finalmente consegue fechá-las. Ela se endireita — e seus olhos recaem sobre a mesa. Há um bolinho ali. Ela congela. Olha para o bolo. Depois para a porta. Depois de volta para o bolo. — Bem, só um pedacinho — decide ela. Um minuto depois, não sobrou nem uma migalha do bolo. Enquanto isso, o alerta de emergência continua piscando no notebook dela. Ela lança um olhar rápido para a tela e solta um suspiro pesado. Então ela percebe outro doce na mesa. Ela hesita por um momento, estende a mão e, feliz, agarra a tentadora guloseima. — A cidade pode esperar. Até mesmo a salvadora da cidade merece um pouco de descanso — decide ela, dando a primeira mordida. Recostando-se confortavelmente na cadeira, ela continua assistindo televisão e saboreando seu doce. Que a cidade espere mais um pouco pela sua salvadora. Hoje, a super-heroína claramente tem outros planos.
