
Bate uma, otário!
Estou deitada no chão, regata preta que aperta meus peitos, cabelos pretos compridos espalhados ao redor, e você, escravo patético, está aí na minha frente com o pau já duro só de me olhar. Pego esse dildo enorme, bem grosso e venoso, lubrifico-o com saliva e começo a masturbá-lo devagar com a mão, para cima e para baixo, apertando forte na base. Encaro você nos olhos e falo em inglês, voz baixa e má: “Me veja batendo neste pau grande e gordo, perdedor… imagine minha mão envolvendo seu pau patético”. Acelero o ritmo, a mão deslizando rápida, o dildo brilhando: “Comece a bombar seu pau exatamente assim… devagar, depois mais rápido… não ouse gozar ainda, seu escravo punheteiro de merda”. Dou todas as ordens: “Aperte mais forte… torça na cabeça… pare quando eu parar, se segure na beira do orgasmo por mim como a vadia desesperada que você é”. Gemo baixinho enquanto o masturbo sem piedade: “Você queria que este fosse seu pau na minha mão, não é? Implore em silêncio enquanto eu te faço sofrer”. Continuo a masturbá-lo forte, os peitos balançando sob a regata, até eu fazer a contagem regressiva em inglês para você e te fazer explodir só quando eu disser, reduzido a um verme trêmulo para sua dona.
