

LUDOVICA LUXURY - CURSO INÚTIL - móvel
INGLÊS/ITALIANO FALANDO. A porta explode aberta como uma sentença. Meu top preto justo está colado na pele, jeans soldados a cada curva mortal, botas de combate polidas até poderem cortar vidro. Cada passo é um **CLIQUE** que sacode os ossos dele antes mesmo de tocá-lo. Ele já está de joelhos, espinha dobrada, olhos colados ao chão. Palavras são para iguais. Ele perdeu esse privilégio há anos. Eu agarro um punhado de cabelo. Um puxão brutal. Seu rosto se casa com a parede; o concreto geme como se sentisse o impacto. Meu antebraço desliza sobre sua garganta (lento, saboreando a pressão). Eu apoio meu peso. Dez batidas cardíacas de silêncio perfeito. Quinze. Sua pele floresce em tons de rosa, ameixa, violeta. Veias se espalham como aranhas pelas têmporas. Aos vinte e um, suas pernas se liquefazem; simplesmente pressiono mais, mantendo-o em pé com nada além de desprezo. Quando seus olhos reviram, eu solto. Ele desaba, engolindo ar como um homem ao qual foi dada uma única palha. Uma bota entre suas escápulas. Eu **MONTO**. Coxas abertas ao máximo, o jeans rangendo. Perna esquerda encaixa no ombro esquerdo dele, perna direita trava atrás do pescoço. A tesoura **FECHA NUM ESTALO**. Seu crânio desaparece entre minhas pernas. O calor da minha boceta marca sua nuca. Eu flexiono (lenta, cirúrgica) até que suas carótidas batam contra minhas coxas internas como duas asas frenéticas. Trinta pulsações. Quarenta. Suas unhas arranham o chão, entalhando súplicas no concreto. Eu afrouxo um único milímetro, deixo um único suspiro ofegante entrar, depois **ESMAGO** com mais força. De novo. De novo. Até que a sala vibre com a percussão úmida de pulmões implorando por misericórdia. Quando seu corpo finalmente se rende, eu cavalgo o colapso até o chão (joelhos prendendo seus braços, bunda plantada na base de suas costas como uma conquistadora sobre ruínas recém-tomadas). A sola da bota esfrega sua bochecha contra o chão frio. Eu cuspo (uma vez) na nuca exposta. A saliva escorre por sua espinha e se acumula entre suas escápulas derrotadas. Eu me levanto. As botas ecoam minha saída. Atrás de mim: apenas o metrônomo quebrado de um nadador que nunca mais confiará na água novamente. E eu sorrio. Porque aquelas aulas de natação? **PERDIDAS**. A próxima aula é minha. De graça. Paga em hematomas e lágrimas.
A porta bate como um tapa. Uso minha regata preta colada aos seios, jeans que envolvem minha bunda como uma ameaça e botas de combate polidas como espelhos: cada passo é um **CLAC** que faz o chão tremer. Ele já está de joelhos, coluna arqueada, olhos baixos. Não precisa falar. Ele sabe. Agarro um punhado de cabelo. Um puxão seco. Sua bochecha bate contra a parede, o concreto geme. Meu antebraço desliza por sua garganta, lento, saboreando cada milímetro que se comprime. Apoio meu peso. Dez segundos de silêncio absoluto. Quinze. Seu rosto passa do rosa ao ameixa ao violeta. As veias explodem em suas têmporas. A vinte e um, os joelhos cedem; eu pressiono mais forte, o mantenho em pé apenas com minha crueldade. Quando seus olhos ficam brancos, solto. Ele desaba para frente, engole ar como um peixe fora d'água. Recuo um passo, coloco a bota entre suas escápulas e **SUBO**. Coxas escancaradas, jeans rangendo. Perna esquerda sobre seu ombro esquerdo, perna direita atrás do pescoço. A tesoura **SE FECHA**. Seu crânio desaparece entre minhas coxas. O calor da minha buceta marca sua nuca. Flexiono, lenta, cirúrgica, até que suas carótidas batam contra minhas coxas internas como duas borboletas presas. Trinta batidas. Quarenta. Seus dedos arranham o chão em busca de uma piedade que não existe. Afrouxo um milímetro, deixo uma respiração ofegante entrar, depois **ESMAGO NOVAMENTE**. Mais uma vez. Mais uma vez. Até que a sala se encha do som úmido de seus pulmões implorando. Quando seu corpo finalmente cede, cavalgo a queda até o chão: joelhos prendendo seus braços, bunda plantada em suas costas como uma rainha em seu trono de carne. A bota esmaga sua bochecha no concreto frio. Cuspo, uma vez só, em sua nuca exposta. A saliva escorre por sua coluna e se acumula entre suas escápulas. Levanto-me. Os saltos ecoam enquanto saio. Atrás de mim, apenas o ritmo quebrado de um nadador que nunca mais confiará na água. E eu sorrio. Porque o dinheiro da aula? **GASTO EM VÃO**. A próxima aula dou eu. De graça. Paga em coxas e lágrimas.
Você Também Pode Gostar
LUDOVICA LUXURY -O LAMINADOR DE SAPATOS -hdLUDOVICA LUXURY -O LAMINADOR DE SAPATOS -hd
Asfixia$12.99ELEGANT GLOVES -FULL HD MP4ELEGANT GLOVES -FULL HD MP4
Mão sobre a boca$13.99LUDOVICA LUXURY - AINDA PRECISO TREINAR MINHAS PERNAS? -hdLUDOVICA LUXURY - AINDA PRECISO TREINAR MINHAS PERNAS? -hd
Chave de tesoura$13.99LUDOVICA LUXO - CURSO INÚTIL -hdLUDOVICA LUXO - CURSO INÚTIL -hd
Chave de tesoura$11.99LUDOVICA LUXURY -JUST A BAG FOR MY PLEASURE -hdLUDOVICA LUXURY -JUST A BAG FOR MY PLEASURE -hd
Asfixia$19.99LUDOVICA LUXURY -THROAT AND LUNG CHECK -hdLUDOVICA LUXURY -THROAT AND LUNG CHECK -hd
Mão sobre a boca$18.99LUDOVICA LUXURY -YOU'RE TALKING YOO MUCH! -hdLUDOVICA LUXURY -YOU'RE TALKING YOO MUCH! -hd
Asfixia$14.99LUDOVICA LUXÚRIA -MEIAS ARRASADAS -hdLUDOVICA LUXÚRIA -MEIAS ARRASADAS -hd
Asfixia$17.99LUDOVICA LUXÚRIA- TORTURA DE COURO -HDLUDOVICA LUXÚRIA- TORTURA DE COURO -HD
Asfixia$14.99LUDOVICA LUXURY -EXTREME ASS SMOTHERING -hdLUDOVICA LUXURY -EXTREME ASS SMOTHERING -hd
Asfixia$11.99LUDOVICA LUXURY - APENAS UMA BOLSA PARA O MEU PRAZER - móvelLUDOVICA LUXURY - APENAS UMA BOLSA PARA O MEU PRAZER - móvel
Chave de tesoura$19.99LUDOVICA LUXURY -LOOK AT MY NEW BOOTS! -hdLUDOVICA LUXURY -LOOK AT MY NEW BOOTS! -hd
Chave de tesoura$13.99











